Revolução, revolução. O estágio daria certo, se não fosse para eu ficar sentada, três horas, sem nada fazer. Pensei mais no sentimento que tive no lugar, se não gostar e de querer ir embora a todo momento. Não deu certo por isso, ué. E, ahn, eu quero essas férias inteiras, agora. Encontrei uma promoção da Gol para Fortaleza, vendo se consigo algo dos meus pais. Tenho brigado um pouco com eles, acostumei-me aser só [em todos os aspectos, digo e te conto].
Ando péssima, Tha. Sabe, eu luto por certos direitos aqui em casa, com a minha idade de conseguir algo. Achando que, só conseguirei algo, com real independência financeira. É horrível pedir dinheiro para o cinema. Ai, god damn it. Fora isso, meu namoro existe quando eu não sei o que meu namorado está sentindo, fazendo, pensando, querendo? É, deixa pra lá. [meu blog, deve explicar melhor].
Hoje, meu parceiro de tango, um viking ruivo de longos cabelos, veio para Ribeirão Preto me ver. Deu-me dois cedês da Elis: um com o Tom e outro com o Jair Rodrigues. Achei que daria um long play do Gardel, mas não. Rá. Fomos a um café mal iluminado perto da rodoviária e conversamos muito. Ele é espanhol e se chama Diego. [é, eu fazia aulas de tango]. Demonstra interesse por mim 'mesmo que eu não tenha cara de brasileira, que o atrái muito mais'. Fiquei sem graça e não conversava mais. Não gosto de cantadas assim, explícitas. Sinto-me mal, ou sei lá. Como com o rapaz do chapéu, o Gustavo, de arqueologia, com o qual eu não consegui conversar durante umas semanas.
Aqui. Solitária e como sempre. Uma quantidade grande de amigas passou pela Fuvest, meu irmão não. Triste fiquei, bem. E o Marcello passou, viu? Mon dieu. Ah, e o ócio deles, mudemos? Não irei para São Paulo, como a Lu, devido às brigas. Tento, although, ainda no meio de janeiro. Sem sairmos, e tomar o devido continental no Rei do Matte e caminhar pelo vento da Paulista.
Tá, Tha. Tira a Lu do pc e vem conversar.